Xbox One

NBA 2K25 chega este ano e já sabemos quem está na capa

A próxima entrada da franquia NBA, NBA 2K25, recebeu data de lançamento: o jogo chega a 6 de setembro à PlayStation 5, PlayStation 4, Xbox Series X|S, Xbox One, PC e Nintendo Switch. Usando o seu site oficial, a 2K revelou que o cinco vezes NBA All-Star Boston Celtics Forward e atual campeão da NBA, Jayson Tatum, estará na capa da NBA 2K25 Standard Edition; por sua vez, na edição especial do jogo, Tatum estará acompanhado pela duas vezes WNBA MVP e seis vezes WNBA All-Star Las Vegas Aces Forward, A’ja Wilson. “É uma honra ser escolhido para a capa de NBA 2K25”, disse Jayson Tatum. “Jogo NBA 2K desde criança e sempre sonhei um dia estar na capa. Mesmo depois de sair de um campeonato da NBA, é uma honra ver isto ganhar vida.”, afirma Tatum. A jogadora A’ja Wilson também se pronunciou sobre o sucedido, declarando que “Ser destaque na capa de NBA 2K25 é um grande momento para mim e uma prova da popularidade cada vez maior da WNBA”. Com o NBA 2K25, os jogadores formarão uma dinastia no MyCAREER, competirão em novos modos MyTEAM e, para aqueles em plataformas da nova geração, os jogadores também experimentarão uma sexta era adicional no MyNBA, uma cidade mais compacta e interativa, juntamente com a oportunidade de consolidarem o seu status de GOAT no The W. A versão New-Gen de NBA 2K25 estará disponível na PS5, Xbox Series X|S e agora com suporte para PC. Alimentado pela tecnologia ProPLAYTM aprimorada, NBA 2K25 New-Gen oferece a experiência de basquetebol mais realista da franquia até agora.

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Luigi’s Mansion 2 HD já não é o jogo mais vendido no Reino Unido

Luigi’s Mansion 2 HD desceu algumas posições no ranking inglês dos jogos mais vendidos em formato físico, dando lugar aos suspeitos do costume: EA Sports FC 24 e Hogwarts Legacy. Na semana passada, o mais recente remaster da Nintendo conseguiu derrotar a concorrência e ficar em primeiro lugar, mas aparentemente o domínio do canalizador de uniforme verde durou apenas alguns dias, ultrapassado por EA Sports FC 24 e Hogwarts Legacy. Elden Ring, por outro lado, permanece estável no quarto e décimo sétimo lugar, após o sucesso da gigantesca expansão Shadow of the Erdtree lançada no final do mês passado. Também encontramos alguns títulos nas primeiras posições que anteriormente haviam desaparecido do top 20, como The Witcher 3, It Takes Two e F1 24. Podes conferir a tabela completa abaixo (obrigado, Nintendo Life!): EA Sports FC 24 Hogwarts Legacy Luigi’s Mansion 2 HD Elden Ring Mario Kart 8 Deluxe Minecraft GTA 5 F1 24 Super Mario Bros. Wonder The Witcher 3: Wild Hunt It Takes Two Paper Mario: Il Portale Millenario Call of Duty: Modern Warfare 3 Sonic Superstars Animal Crossing: New Horizons The Sims 4: For Rent Elden Ring: Shadow of the Erdtree Edition Need for Speed: Hot Pursuit – Remastered The Legend of Heroes: Trails Through Daybreak Nintendo Switch Sports

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Nova Iorque gasta mais de $59.000 em videojogos para os presos

O Departamento de Correção da cidade de Nova Iorque gastou $59.260 em dinheiro dos contribuintes para comprar videojogos PS4 e PS5 para manter os reclusos sob controlo, como noticiado pelo New York Post. Os registos da cidade revelam que a soma substancial foi atribuída à Divisão de Programas para Adultos da agência, resultando na compra de 1.247 jogos, incluindo títulos populares como Mortal Kombat 1, Street Fighter 6, Madden NFL e NBA 2K24. A porta-voz da agência, Latima Johnson, explicou que os jogos são utilizados como incentivo para promover o comportamento disciplinado dos reclusos. No entanto, alguns especialistas questionaram a decisão de gastar dinheiro público em entretenimento para criminosos, especialmente quando as necessidades essenciais do sistema prisional não são atendidas. Benny Boscio, presidente da Associação Beneficente dos Agentes Prisionais, criticou a alocação de recursos, argumentando que deveriam ser priorizados investimentos em condições básicas, como sistemas de ar condicionado adequados para os presos e funcionários durante os períodos de calor intenso. A estratégia de utilizar videojogos para influenciar o comportamento dos reclusos não é nova. Em 2018, a então comissária Cynthia Brann admitiu que o acesso a consolas era utilizado como incentivo para travar o comportamento violento dos delinquentes.

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Capcom é criticada por alterar a etnia de uma personagem em Dead Rising

A Capcom está a ser alvo de escrutínio após alegações de uma mudança na etnia de uma das personagens psicopatas de Dead Rising. A acusação surge quando um utilizador da plataforma X, Pirat_Nation, compara imagens do boss Larry Chiang no jogo original com uma nova personagem no remake, que parece ser um homem branco. Larry Chiang, originalmente retratado como um talhante asiático no jogo lançado em 2006, é conhecido pela sua personalidade perturbadora e pelas suas frases de efeito. No jogo, é um dos muitos psicopatas que perderam a sanidade após um surto de zombies, tornando-se uma ameaça violenta para os sobreviventes. Numa cena emblemática, Chiang, ao avistar o protagonista Frank West, diz: “Um cliente?”, enquanto se prepara para esquartejar outra personagem. No trailer que anuncia Dead Rising Deluxe Remaster, uma personagem semelhante, descrita como um homem branco corpulento de óculos e boné, repete a mesma frase que Chiang. Esta mudança causou alguma polémica e levou a acusações de que a Capcom estava a promover estereótipos raciais ao substituir uma personagem asiática por uma branca. Até ao momento, a Capcom não comentou oficialmente as alegações. “O remake de Dead Rising da Capcom troca o boss psicopata “Larry Chiang” de asiático para branco, provavelmente devido a um estereótipo racial.” Capcom’s Dead Rising Remake Race Swaps Psychopath Boss “Larry Chiang” From Asian to White Likely Due to Racial Stereotype pic.twitter.com/RivVu8aeuE — Pirat_Nation ???? (@Pirat_Nation) July 5, 2024

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Hunter x Hunter: NenxImpact chegará à Europa

A Arc System Works comunicou que Hunter x Hunter: NenxImpact terá lançamento na Europa, numa data ainda por anunciar. Desenvolvido pela Bushiroad Games, Hunter x Hunter: NenxImpact é um jogo de luta 2D no qual duas equipas de 3 personagens combatem para alcançar a vitória. Em desenvolvimento para a PS5, PS4, Nintendo Switch e PC, este jogo faz parte dos novos esforços da Arc System Works na Europa, onde abriu recentemente novos escritórios para melhor apoiar este território.

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Hunter x Hunter: NenxImpact chegará à Europa

A Arc System Works comunicou que Hunter x Hunter: NenxImpact terá lançamento na Europa, numa data ainda por anunciar. Desenvolvido pela Bushiroad Games, Hunter x Hunter: NenxImpact é um jogo de luta 2D no qual duas equipas de 3 personagens combatem para alcançar a vitória. Em desenvolvimento para a PS5, PS4, Nintendo Switch e PC, este jogo faz parte dos novos esforços da Arc System Works na Europa, onde abriu recentemente novos escritórios para melhor apoiar este território.

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Beyond Good & Evil 20th Anniversary Edition – uma pérola

Um louvável esforço da Ubisoft para apresentar o seu clássico de culto na melhor forma possível. Identificas facilmente a sua idade através de alguns elementos do design e gameplay, o que pode servir como crítica, mas muito mais como elogio. Beyond Good & Evil 20th Anniversary Edition chegou para remediar um dos meus “crimes” como gamer. Certamente tens o teu, um qualquer jogo que deixaste escapar, que até hoje ficas a pensar nele e como o deixaste escapar. Graças a este esforço, que frequentemente vai além do que esperas de um remaster ou de uma edição de aniversário, consegui resolver um dos meus maiores crimes. Beyond Good & Evil foi lançado em 2003 como um ambicioso jogo imaginado por Michel Ancel (criador de Rayman), que imaginou um título de ação e aventura, num novo universo, no qual os jogadores desfrutariam de enorme liberdade e de uma história com impacto, como raramente visto naquela altura da indústria dos videojogos. Liderada por Ancel, a equipa criou uma experiência na terceira pessoa com diversas facetas. Tens combate, puzzles, momentos stealth, um forte foco na narrativa e personagens, e apesar da linearidade geral, existe a oportunidade para explorar uma área aberta. É fácil olhar para esta Beyond Good & Evil 20th Anniversary Edition e sentir que na altura foi realmente algo muito ambicioso e especial. O melhor efeito que esta edição consegue transmitir é fazer-te sentir que estás perante um jogo da segunda fase da era 3D dos videojogos, mas ainda assim atualizado ao máximo possível sem comprometer a sua integridade. É muito mais do que um remaster competente, é um trabalho bem feito e com imenso carinho. A correr a 4K sem problemas de desempenho e com as melhorias na imagem, desfrutas do jogo como se tivesse ficado congelado no tempo | Image credit: Ubisoft/Eurogamer Portugal Ação e aventura Beyond Good & Evil é das experiências mais cinematográficas desenvolvidas no início dos anos 2000, quando as consolas já eram construídas a pensar especialmente na crescente ambição dos designs 3D, na qual a jovem Jade tenta sobreviver no planeta Hillys, debaixo do ataque dos invasores DomZ. Jade terá de colaborar com a IRIS, a resistência, para provar que a ditadura militar que tomou conta do planeta não age no melhor interesse dos habitantes, o que te leva numa série de missões de infiltração para tirar fotos e mostrar ao povo a verdade. O forte foco na narrativa e nas personagens, mesmo com as limitações daquela era, é perceptível mesmo após 20 anos. As melhorias gráficas em Beyond Good & Evil 20th Anniversary Edition ajudam neste teste do tempo, mas facilmente percebes os méritos do que foi feito na sua respectiva era. É uma experiência cinematográfica de diversas facetas, com uma narrativa interessante, que te faz sentir interesse em Jade, Pey’j (o porco que é o seu melhor amigo) e nas crianças do farol que ambos tentam proteger neste momento tão perigoso em Hillys. Beyond Good & Evil 20th Anniversary Edition Estúdio: Ubisoft Editora: Ubisoft Plataforma onde o jogámos: PS5 Disponível para: PS5, PS4, PC, Nintendo Switch, Xbox Series, Xbox One Beyond Good & Evil consegue mostrar-se especialmente majestoso ao apresentar-te um gameplay rico e variado em apenas 10 horas de jogo. Enquanto jogo 3D linear com zonas nas quais podes movimentar a câmara (algo banal hoje em dia, mas ainda experimental na altura), a Ubisoft desenhou ainda zonas de grande escala e uma zona aberta na qual podes navegar com o barco criado por Pey’j. Ainda hoje é impressionante ver o que conseguiram fazer na altura e nem mesmo a fragmentação do design por zonas separadas por loadings lhe tira o brilho. Quando chegas aos locais, tens de combater criaturas (algo que foi melhorado com as otimizações nos controlos), colaborar com outras personagens em diversos momentos (seja para combater ou abrir caminho nos níveis), tens puzzles simples, mas engenhosos, para resolver, fotos para tirar (fotografias a animais ajudam-te a obter recompensas), e tens até momentos furtivos. Existem vários momentos espetaculares nos quais tens de navegar pelas salas sem ser visto, atento às rotas dos guardas, o que torna estes segmentos numa espécie de puzzles. Além disso, Beyond Good & Evil está repleto de atividades extra (mesmo que muitas sejam obrigatórias para obter as Pérolas) para aumentar o tempo de jogo, algumas delas divertidas e desafiantes como as corridas ou as perseguições aos saqueadores. De certa forma, este trabalho faz-me sentir que Ancel começou a dar forma ao que anos depois e atualmente é visto como experiência padrão. A necessidade de perseguir pérolas para progredir na narrativa não é dos elementos mais divertidos da experiência, mas só desta forma tens acesso a alguns dos melhores puzzles e desafios, como os armazéns da “Alpha Section”, a ditadura militar que controla o planeta.

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Shin Megami Tensei 5: Vengeance – Austeridade otimizada

Vengeance é a versão definitiva deste esforço da Atlus. Um JRPG que permanece incrivelmente exigente, com constantes armadilhas e cuidadosa gestão, mas com imensa novidade e refinamento geral que tornam muito mais gratificante explorar estes locais desolados. Shin Megami Tensei 5: Vengeance chegou como uma versão muito melhorada e expandida do jogo original, lançado em 2021 na Nintendo Switch, que refina de formas muito pertinentes essa agressiva experiência da Atlus. Ao longo dos últimos anos, a companhia conquistou maior sucesso com a série Persona (que deriva desta Shin Megami Tensei) devido a elementos como estilo, profundidade e gameplay, mas também porque foi afinada para exigir menos do jogador em termos de dificuldade. Agora, que tem uma maior audiência, a Atlus quer convidá-los para o castigo que os veteranos bem conhecem e adoram. Tal como na versão original, Vengeance mostra uma Atlus numa missão para equilibrar o preservar da identidade da série com concessões para se adaptar aos tempos atuais, mas vai ainda mais longe, sem jamais comprometer a essência da série. É percetível que a equipa estudou o feedback dos jogadores sobre o jogo e percebeu onde podia melhorar a experiência de jogo. O melhor de tudo é que o fez sem comprometer a essência da experiência, que continua a transmitir aquela sensação que se começas a cometer muitos erros na gestão da equipa, estás tramado. Shin Megami Tensei 5: Vengeance chega com o objetivo de expandir a história, existem agora duas rotas (a original e a nova) que inicialmente até podem ser muito similares, mas revelam grandes diferenças importantes em várias áreas. O melhor é mesmo jogar a nova rota (Vengeance) para desfrutar de um melhor jogo, uma vez que a Atlus se esforçou para melhorar ou introduzir novidades que tornam a narrativa mais compreensível. Além disso, existem novas personagens e eventos que tornam tudo ainda mais interessante. Shin Megami Tensei 5: Vengeance Estúdio: Atlus Editora: SEGA Plataforma onde o jogamos: Xbox Series X Disponível para: Nintendo Switch, PS5, PS4, Xbox One, Xbox Series e PC Com novas zonas, cenas, personagens, demónios, refinamentos e mecânicas extra, Shin Megami Tensei 5: Vengeance é facilmente superior ao original, mas a Atlus trabalhou para melhorar o desfrutar da experiência geral sem cortar na dificuldade, aqui não tens qualquer “hand-holding”. Permanece um JRPG por turnos “hardcore”, que vai exigir a tua total atenção, especialmente nas batalhas e tudo o que está relacionado com elas. A 4K e a 60fps, com os refinamentos na experiência, Vengeance é a versão definitiva de um JRPG que permanece difícil e exigente | Image credit: Atlus/Eurogamer Portugal Punitiva progressão estratégica Em Shin Megami Tensei 5: Vengeance, vais caminhar pelos mesmos locais desolados (graficamente permanecem simples e poucas melhorias exibem), mas existem novas criaturas (algumas delas humanas que se juntam à equipa), novas missões opcionais muito mais gratificantes de completar devido às recompensas, novas mecânicas para aproveitar melhor os espaços vazios, mas o principal permanece o sistema de combate. É por turnos e ao bom estilo de Atlus, focado em descobrir a fraqueza dos inimigos para os derrotar. No entanto, não te podes esquecer que tens de convencer os demónios a entrar para a tua equipa e as negociações, também foram expandidas, podem levar-te ao desespero. Para descobrir as fraquezas, entras num jogo de tentativa e erro, mas em Shin Megami Tensei 5: Vengeance os erros são caros, por isso tens de ter cautela e construir uma equipa com cuidado, gradualmente tentando convencer criaturas mais poderosas. Isto é importante pois precisas delas para a mecânica de fusão que permite obter criaturas com diversas combinações de elementos, muito útil para as batalhas mais intensas. O refinamento na experiência geral está presente em todas as facetas de Shin Megami Tensei 5: Vengeance, o mapa tem novos espaços aos quais podes aceder, a pequena fada que te acompanha revela mais segredos, existem mais missões opcionais que se tornam gratificantes com melhores recompensas, e agora podes gravar a qualquer momento, entre outros inúmeros exemplos, mas a essência é a mesma: austeridade. Não te adianta de nada entrar num ciclo de grind para subir o nível do protagonista e dos principais membros da equipa, sejam os novos humanos ou os demónios que já convenceste, tens de constantemente convencer outros demónios. Isto vai-te permitir expandir o leque de fusões possíveis, para obter novas criaturas e algumas muito poderosas, com combinações personalizadas de ataques de elemento ou buffs/debuffs para respeitar devidamente os preciosos 3 espaços adicionais que tens na tua equipa. Os bosses em particular vão-te castigar a sério e exigir respeito, exigir que te esforces para melhorar a equipa com novas fusões e combinações de ataques de elemento. Em nome do equilíbrio da experiência, não podes recrutar ou criar demónios de nível superior ao teu, o que te obriga a treinar. Isto não é problema pois o grind significa ganhar mais dinheiro, necessário para comprar itens de cura ou recuperar a vida aos membros da equipa que tombaram. Além disso, muitas criaturas pedem o precioso dinheiro (Macca) para entrar na equipa, por isso todos os elementos fazem parte de um ciclo estratégico de mecânicas que deves respeitar. Executar missões secundárias permanece obrigatório para ajudar a subir de nível. Diria que nem são opcionais, tendo em conta como foram melhoradas as recompensas, são obrigatórias. O melhor de tudo é sentir que apesar das novidades, das melhorias no design e conteúdo, e nos refinamentos de diversas mecânicas, nenhuma delas foi usada para tornar o jogo mais fácil.

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Elden Ring: Shadow of the Erdtree – regresso ao extraordinário mundo aberto da FromSoftware

Shadow of the Erdtree marca um regresso ao extraordinário mundo aberto criado pela FromSoftware, aplicando todo o conhecimento acumulado para culminar numa versão ainda mais refinada. Esta expansão oferece uma jornada épica adicional, repleta de novos desafios, segredos e paisagens deslumbrantes. Elden Ring: Shadow Of The Erdtree está finalmente disponível, quase dois anos e meio após o lançamento do jogo base. Este lançamento prova mais uma vez a capacidade da FromSoftware para criar conteúdos especificamente destinados à sua fiel base de jogadores. Ao longo dos anos, o estúdio tem conquistado um número crescente de fãs, evoluindo de títulos destinados a um público restrito para projetos que atingem milhões. Com mais de 25 milhões de cópias vendidas em todo o mundo, Elden Ring solidificou o seu lugar, e Shadow Of The Erdtree chega como um presente adicional para os fãs dedicados, trazendo novas aventuras e desafios. A dedicação do estúdio produziu frutos notáveis, traduzindo-se agora num DLC que enriquece ainda mais o já extraordinário jogo de base. Shadow Of The Erdtree é uma sequela direta, exigindo que os jogadores tenham progredido consideravelmente no jogo original para acederem ao novo conteúdo. Se encontrarem dificuldades na viagem, os jogadores podem contar com a vasta comunidade online que se dedica a explorar minuciosamente todos os pormenores de Elden Ring. Esta comunidade é uma valiosa fonte de conhecimento e pode ajudar a descobrir segredos essenciais que desbloqueiam a progressão, mantendo viva a tradição dos jogos FromSoftware de oferecer desafios complexos e gratificantes. Realm of Shadow Entrar no Realm of Shadow depois de tanto tempo é uma sensação verdadeiramente extraordinária. É como reencontrar um velho amor e embarcar de mãos dadas em mais uma aventura cheia de segredos e narrativas a serem desvendadas. Cada novo cenário oferece a oportunidade de ler nas entrelinhas, compreendendo a lógica e a semântica ocultas que, quando desvendadas, revelam enredos ricos e cativantes. A sensação de descoberta constante mantém a experiência fresca, como se o jogador estivesse a experimentar a magia de Elden Ring pela primeira vez. Ver no Youtube Esta expansão continua a linha sólida do mundo aberto criado para Elden Ring, introduzindo novas personagens, áreas inexploradas, bosses desafiantes e novas configurações de builds. A longa jornada oferecida por Shadow of the Erdtree justifica plenamente o tempo e o investimento. A FromSoftware merece elogios por manter a sua política de não cobrar por conteúdos adicionais extra, permitindo aos jogadores embarcar nas suas aventuras sem as amarras de microtransacções prejudiciais. Esta abordagem preserva a sensação de envolvência e a liberdade de exploração, possibilitando aos jogadores conquistar e descobrir novos mundos de uma forma orgânica e sem restrições artificiais. Reconheço que adorei a parte introdutória, que me transportou para um mundo épico de extraordinária beleza. A primeira área a explorar impressiona com uma estética sem precedentes, resultado de um trabalho artístico que nos deixa atónitos. Não tinha experimentado esta sensação no jogo base, e foi um enorme prazer poder apreciar pela primeira vez o “quadro” artístico meticulosamente pintado pelos talentosos artistas da FromSoftware. Todos os detalhes, desde a paisagem de cortar a respiração aos elementos arquitetónicos, efeitos de luz, a dança de cores, contribuem para uma experiência visualmente arrebatadora, mostrando o cuidado e a dedicação investidos na criação deste conteúdo adicional. Elden Ring: Shadow of the Erdtree Estúdio: FromSoftware Editora: Bandai Namco Entertainment Plataforma onde o jogámos: PC Disponível para: PS5, Xbox Series, PC Caminho para a perfeição Shadow Of The Erdtree é um aperfeiçoamento do já bem estabelecido Elden Ring, trazendo novos conteúdos que expandem e enriquecem a experiência de jogo. O DLC oferece uma vasta quantidade de novas áreas para explorar, cheias de segredos e desafios. Para além disso, vamos encontrar uma série de novos bosses e inimigos poderosos que vão testar as nossas capacidades ao máximo. Esta expansão não só prolonga a jornada épica, como também mantém o nível de qualidade e imersão que os fãs da FromSoftware tanto apreciam. Mas ainda há espaço para novas funcionalidades, a mais importante das quais é a forma como a nossa personagem progride em termos de capacidades. Embora a forma tradicional de subir de nível ainda esteja presente, foram agora adicionados dois novos itens. No Shadow Realm, é possível obter itens raros que conferem benefícios importantes, conhecidos como Scadutree Fragments e Revered Spirit Ashes. Sempre que os encontramos, temos de descansar num Site of Grace para aceder à nova opção de menu Shadow Realm Blessing, onde podemos aplicar os itens e receber os seus benefícios. As dádivas de ambos os itens ficam ativas ao mesmo tempo, eliminando a necessidade de escolher qual delas beneficiar. Para alcançar níveis mais altos da bênção, é necessário gastar mais itens, começando com um para os níveis iniciais e aumentando para três nos níveis mais altos. Vale a pena mencionar que, quando se regressa a Midlands, as dádivas deixam de estar ativas. Ver no Youtube Para além disso, o DLC introduz uma variedade de novas armas, feitiços e itens, enriquecendo ainda mais a experiência. A quantidade de conteúdo adicional é tão vasta e diversificada que nos faz sentir como se estivéssemos a explorar um jogo completamente novo, mantendo ao mesmo tempo o espírito do título original e acrescentando camadas de complexidade e diversão. Do ponto de vista técnico, Shadow of the Erdtree apresenta uma série de aperfeiçoamentos e melhorias com o objetivo de melhorar a qualidade de vida dos jogadores. Entre as novidades estão novos penteados que podem ser escolhidos durante a criação da personagem, utilizando o Clouded Mirror Stand ou a função Rennala’s Rebirth. Além disso, existe agora um Menu de Funções do Mapa, que facilita a navegação e a utilização dos recursos do mapa. A funcionalidade dos Summoning Pools foi alargada, permitindo a sua transferência para o NG+ e a ativação ou desativação de pools individuais no novo menu de funções do mapa. Além disso, o inventário recebeu melhorias, como a marcação de itens recém-obtidos com um “!” e a adição de um separador chamado…

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EA Sports F1 24 – velocidade, emoção, precisão e competição

EA Sports F1 24 chega com a temporada já em pleno andamento, mas ainda assim consegue apresentar uma proposta sólida. Com modos revistos e algumas adições, dá aquele alento para mais um ano de corridas a alta velocidade nas pistas virtuais da Fórmula 1. Contudo, é importante estar preparado para uma adaptação às novas físicas. EA Sports F1 24 traz mais uma temporada para a série, marcando mais uma entrada no calendário anual que já se tornou numa tradição entre os amantes da Fórmula 1. Este ano, apresenta modificações consideráveis nas físicas e no comportamento dos veículos, melhorias em vários modos de jogo, algumas pistas atualizadas e a remoção de características que não acrescentam nada ao pacote global. Com estas atualizações, EA Sports F1 24 pretende não só manter os seus fiéis seguidores, mas também atrair um público ainda mais vasto para o excitante mundo da Fórmula 1 virtual. De facto, estes lançamentos anuais tendem a tornar-se um pouco redundantes, com uma constante dança de conteúdos, pequenos ajustes visuais e a óbvia atualização das equipas e dos seus pilotos. É compreensível que, com apenas um ano pela frente, não haja espaço para mudanças radicais, mas este ano parece que a EA Sports/Codemasters encontrou tempo extra e decidiu apostar na redefinição da física e do comportamento dos carros. Esta opção não me agradou particularmente, estava à espera de uma mudança no sentido de tornar a condução dos carros agradável, mas ao mesmo tempo próxima da simulação, e a minha primeira impressão é que a tornaram um pouco mais “arcade”, ao ponto de redefinirem muita da abordagem do ano passado relativamente à afinação dos carros. Indo direto ao que é familiar: os modos multijogador, que não sofreram grandes alterações, regressam de forma óbvia e essencial. O modo “história” (Braking Point) voltou a desaparecer, e os supercarros foram retirados, algo que muitos questionaram o porquê de lá estarem. Temos o regresso dos habituais modos de treino, voltas rápidas, corridas entre outros. Esta edição é tão familiar em tantos aspetos que, por vezes, nem parece um jogo novo. No entanto, quando as coisas estão bem, não é preciso remexer muito, e isso não é necessariamente uma coisa má.

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