O que estamos a jogar – 8 janeiro

8 janeiro de 2021

Olá, estamos de regresso com a nossa rúbrica semanal, na qual falamos de alguns dos jogos que temos jogado nas últimas semanas ou que ainda estamos a jogar. Estes são os jogos que nos entusiasmam e que não conseguimos resistir a jogar, vendo as horas passar a voar.

Há sempre aquele jogo especial que não conseguimos largar, especialmente numa era de jogos que recebem conteúdos e atualizações meses ou anos depois do lançamento. Há sempre aquele clássico que queremos repetir ou até mesmo descobrir pela primeira vez, um guilty pleasure que nos captura sem explicação ou uma ramificação de uma série popular para um novo género que queremos investigar.

Seja numa consola, PC ou até no mobile, há sempre algo que desperta a nossa empolgação e estamos constantemente à procura da próxima grande experiência que nos vai deslumbrar.

E tu, o que tens andado a jogar nestes últimos tempos? Nós queremos saber.

Tandem, a tale of Shadows

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Passei fim do ano passado e agora em 2021, a jogar este simpático e divertido jogo do Monochrome Paris, nos seus puzzles de transição entre espaços tridimensionais sob uma perspectiva “top down” e o 2D das secções de plataformas, aos quais correspondem respectivamente a menina Emma e o peluche Fentom. De Limbo a Inside, passando por Little Nightmares e Among the Sleep, existem propostas de conceitos relativamente similares e em muitas delas encontrei óptimos puzzles e o tal contraste da luz e escuridão. Os 45 níveis de Tandem podem dar uma ideia de grande longevidade, embora os pequenos níveis inscrevam desafios diversificados, que depois de uma primeira passagem são cumpridos mais facilmente à segunda. Curiosamente, estes jogos de exploração e acção, nos quais vasculhamos os mundos e transitamos entre plataformas contornando obstáculos, estão entre as minhas fileiras de preferidos. Para além de projectarem uma boa base de experiências, como comprovam as mecânicas duais de Tandem.

Vítor

Halo Infinite

Aqui estamos nós em pleno 2022, após mais um ano dominado por esta pandemia que teima em não terminar. É nestes tempos que podemos agradecer a contribuição deste nosso amor de meninos, que são os videojogos. Mas vamos ao que me traz aqui, o jogo que tenho andado a dedicar o meu pouco tempo disponível. A verdade é que nesta semana regressei a Zeta Halo, na minha caminhada para limpar todo o mapa e encontrar cada colecionável e upgrade. Este regresso faz-me recordar o porquê da nota na minha análise, impulsionada por muitos fatores, mas principalmente pela sublime jogabilidade que encontrei em Halo Infinite.

Adolfo

FIFA 22

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As últimas semanas de 2021 foram altamente energéticas para FIFA 22 Ultimate Team, com os constantes desafios de construção de plantel e a chegada de uma grande quantidade de Ícones. A chuva de cartas novas altera constantemente as META, mas também tem um efeito positivo para quem não gasta dinheiro em FUT, as melhores cartas originais baixam de preço e permitem criar equipas muito boas aos mais dedicados. O início de 2022 foi passado em FIFA 22 e confesso que após uma série de jogos sobre o fim do mundo, extinção de espécies, depressão e suicídio, jogar algo como isto ajuda a descansar o cérebro.

Bruno

Yakuza: Like a Dragon

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Há muito, muito tempo que queria envolver-me realmente no universo Yakuza. Já tinha começado a jogar alguns títulos da série, mas por falta de tempo e também por nunca jogar o suficiente para ficar “agarrado” (são slow-burners), ficava sempre nos capítulos iniciais. Desde o final de Dezembro, aproveitando estes tempos mais parados em que quase não há novos jogos, estou a jogar Yakuza: Like a Dragon. Levo umas 9 horas e estou a adorar. A conversão para RPG resulta às mil maravilhas e o sistema de combate só ficou a ganhar. Consegue ser divertido, hilariante, mas também sério e emocional nos momentos chave da história. É um jogo multifacetado em que todas as suas componentes, surpreendentemente diversas, encaixam muito bem.

Jorge Loureiro

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