O que estamos a jogar – 5 de Junho

5 de Junho de 2021

Olá, bem-vindo a esta nossa rúbrica semanal, na qual falamos de alguns dos jogos que temos jogado nas últimas semanas ou que ainda estamos a jogar nestes dias de confinamento. Estes são os jogos que nos entusiasmam e que mesmo com tempo limitado, não conseguimos resistir a jogar.

Nós por aqui temos sempre muito que fazer, sempre atarefados com novos jogos, novidades da indústria, e claro, há que manter a nossa comunidade informada e a par de que se passa. Tentámos chegar a todo o lado, e isso retira-nos aquele tempo especial para relaxarmos e jogar o que mais amamos. Há sempre aquele jogo especial que não conseguimos largar, e agora irão ficar a saber o que temos andado a jogar às “escondidas”.

E tu, o que tens andado a jogar nestes últimos tempos? Nós queremos saber.

Monster World IV – (Mega Drive/PlayStation 4)

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O remake de Wonder Boy: Asha in Monster World para as consolas e computador abriu às portas ao ocidente do clássico da Mega Drive Monster World IV, que até há uma semana permaneceu como exclusivo japonês. Com este jogo que acompanha as versões remake, os ocidentais têm à disposição toda a série. Pelo tempo que tenho passado a jogar este Monster World IV, as impressões são muito boas. Claro que depois de jogar o remake ficamos com uma percepção clara da obra original, ao mesmo tempo que percebemos as suas limitações. No entanto, não deixa de ser um jogo bastante interessante, pela jogabilidade que oferece, combinando plataformas, acção e exploração com elementos de role play. Em termos visuais e sonoros é bastante aprazível. Se adquirirem o remake, em formato físico, comecem por jogar Wonder Boy: Asha in Monster World e só depois passem para o clássico. Se a série for do vosso agrado, ficarão satisfeitos com a inclusão do original 16-bit. Pode não ser o melhor da série mas é uma experiência agradável.

Vítor

The Last of Us Parte 2

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Continuo na minha nova playthrough no modo New Game +. As exigências de níveis de dificuldade superiores tornam The Last of Us: Part 2 ainda mais fantástico, onde a gestão de recursos é levada ao extremo. As mecânicas de jogo tornam-se mais vincadas, com as opções de eliminar ou contornar os obstáculos centradas num realismo que não permite erros. Torna-se num jogo de sobrevivência, com enfase num avançar mais lento e sobretudo mais colado ao que seria uma narrativa de maior autenticidade. Para além do meu intuito de conseguir desbloquear mais alguns troféus, estas novas playthrough são sobretudo para descobrir pormenores que me escaparam, como num filme que gostamos e o visualizamos vezes sem conta.

Adolfo

Resident Evil: VILlage

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Capcom is Back, Capcom is Back! Após Monster Hunter Rise, jogar Resident Evil VILlage apenas me faz pensar nessa célebre frase proferida por Kiichiro Urata, CEO da Capcom após o lançamento de Devil May Cry 5 em 2019. VILlage é mesmo um jogo especial, frenético, tenso, com momentos de terror psicológico e mesmo que penda mais para a ação do que RE7, é uma experiência astuta e impressionante. A Capcom não complicou ao expandir o design, é tudo muito intuitivo e visualmente é sensacional. Após a breve dança com Dimitrescu, não esperava que fosse tão curta a sua presença no jogo, enfrentei uma criatura que me deixou a suar com a sua casa assombrada e já estou cada vez mais perto de completar a missão de Ethan Winters. Entre momentos que me fizeram lembrar RE4 e um ritmo que me que está a conquistar em pleno, RE: VILlage corre o risco de se tornar num dos meus favoritos da série.

Bruno

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